Vou voltar sei que ainda
Vou voltar
Para o meu lugar
Foi lá é ainda lá
Que eu hei de ouvir cantar
Uma sabiá
Vou voltar
Sei que ainda vou voltar
Vou deitar à sombra de uma palmeira
Que já não há
Colher a flor que já não dá
E algum amor talvez possa espantar
As noites que eu não queria
E anunciar o dia
Vou voltar
Sei que ainda vou voltar
Não vai ser em vão
Que fiz tantos planos de me enganar
Como fiz enganos de me encontrar
Como fiz estradas de me perder
Fiz de tudo e nada de te esquecer
Vou voltar sei que ainda
Vou voltar
Para o meu lugar
Foi lá é ainda lá
Que eu hei de ouvir cantar
Uma sabiá
Vou voltar
Sei que ainda vou voltar
E é pra ficar
Sei que o amor existe
eu não sou mais triste
E que a nova vida já vai chegar
E a solidão vai se acabar
(Chico Buarque / Tom Jobim)
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quarta-feira, 4 de junho de 2008
Esse seu olhar
Esse seu olhar
Quando encontra o meu
Fala de umas coisas
Que eu não posso acreditar
Doce é sonhar é pensar que você
Gosta de mim como eu de você
Mas a ilusão
Quando se desfaz
Dói no coração
De quem sonhou, sonhou demais
Ah, se eu pudesse entender
O que dizem os seus olhos
(Tom Jobim)
Quando encontra o meu
Fala de umas coisas
Que eu não posso acreditar
Doce é sonhar é pensar que você
Gosta de mim como eu de você
Mas a ilusão
Quando se desfaz
Dói no coração
De quem sonhou, sonhou demais
Ah, se eu pudesse entender
O que dizem os seus olhos
(Tom Jobim)
Vou por Aí
Vou por aí
Esquecendo que você passou
Me lembrando coisas que perdi
Sem saber sequer aonde estou
Por isso eu ando, paro
Sem saber sequer aonde vou
Vou por aí
Um caminho que não é o meu
Encontrando o que não quero ter
Procurando o que não vou achar
Por isso canto, choro
Sem saber se ainda sei chorar
(Baden Powell / Aloysio de Oliveira)
Esquecendo que você passou
Me lembrando coisas que perdi
Sem saber sequer aonde estou
Por isso eu ando, paro
Sem saber sequer aonde vou
Vou por aí
Um caminho que não é o meu
Encontrando o que não quero ter
Procurando o que não vou achar
Por isso canto, choro
Sem saber se ainda sei chorar
(Baden Powell / Aloysio de Oliveira)
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segunda-feira, 14 de abril de 2008
Luz Negra
Sempre só
Eu vivo procurando alguém
Que sofra como eu também
E não consigo achar ninguém
Sempre só
E a vida vai seguindo assim
Não tenho quem tem dó de mim
Estou chegando ao fim.
A luz negra de um destino cruel
Que ilumina este teatro sem cor
Onde estou desempenhando o papel
De palhaço do amor
Sempre só
E a vida vai seguindo assim
Não tenho quem tem dó de mim
Estou chegando ao fim.
(Jards Macalé)
Eu vivo procurando alguém
Que sofra como eu também
E não consigo achar ninguém
Sempre só
E a vida vai seguindo assim
Não tenho quem tem dó de mim
Estou chegando ao fim.
A luz negra de um destino cruel
Que ilumina este teatro sem cor
Onde estou desempenhando o papel
De palhaço do amor
Sempre só
E a vida vai seguindo assim
Não tenho quem tem dó de mim
Estou chegando ao fim.
(Jards Macalé)
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