Noites de um verão qualquer
Eu me sufoco nesse ar
O corpo venta em preto
O chão devora o espaço ocular
Noites de um verão qualquer
Deixa que ela entenda o traço
Que invente a fuga por nós dois
Que sou seus pés, eu sou também seus braços
Noites de um verão qualquer
Dentro da febre desse abraço
Satélite voltou do céu
Eu sou o resto, sou também o aço
Noites de um verão qualquer
Sob sua pele encontrei abrigo
Pra gente se devorar
Na órbita do seu umbigo
Seguem infinitos metros
Pra perto desse abraço
Eu tento respirar
Desdar o nó que aperta esse laço.
(Samuel Rosa / César Maurício)
Mostrando postagens com marcador Skank. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Skank. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 28 de maio de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Canção Áspera
Não espere nada
Seja o que for
Estou só de passagem
Breve é o amor
Não espere o dia
Deixe como está
Sigo essa miragem
Não sei a razão
Não espere nada
Deixa assim então
Sei que o mundo é oco
Menos que a paixão
Não sou nada disso
São desejos seus
Não será difícil
Breve é o adeus
Vim com minhas noites
Vou sem seu perdão
Sigo essa miragem
Não espere não
It's a lonely way
It's a rugged song
I woke up today
I knew it would be long
Estou em paz com minha guerra
E o tempo que passou veloz e devagar
Estou em paz na tempestade
E nada aqui parece ser o seu lugar.
(Samuel Rosa / Chico Amaral)
Seja o que for
Estou só de passagem
Breve é o amor
Não espere o dia
Deixe como está
Sigo essa miragem
Não sei a razão
Não espere nada
Deixa assim então
Sei que o mundo é oco
Menos que a paixão
Não sou nada disso
São desejos seus
Não será difícil
Breve é o adeus
Vim com minhas noites
Vou sem seu perdão
Sigo essa miragem
Não espere não
It's a lonely way
It's a rugged song
I woke up today
I knew it would be long
Estou em paz com minha guerra
E o tempo que passou veloz e devagar
Estou em paz na tempestade
E nada aqui parece ser o seu lugar.
(Samuel Rosa / Chico Amaral)
Marcadores:
Chico Amaral,
Samuel Rosa,
Skank
Pára-Raio
Passa o tempo, lento ensaio
Espero você aqui
Paro dentro, entro e saio
Falta você aqui
Calo invento, quieto falo
Trago você aqui
Lato intenso em detalhes
Quero você aqui
Abro e vejo da janela
Fogos de artifício
Estrelas em mosaico
Vidro opaco a luzir
Vasto imenso, feito em partes
Fácil para construir
Rasgo ao meio em metades
Acho você dentro de mim
Seu brinquedo imaginário
Feito pra te distrair
Paro dentro, entro e saio
Falta você aqui
Noite inteira, fim de tarde
Meu calendário marca o infinito
Em trincheiras que escavo
Acho você dentro de mim
Assim como o sal feito no mar
Azul como o céu e a imensidão
Que enche o pulmão de pleno ar
Achei seu lugar meu.
(Samuel Rosa / Nando Reis)
Espero você aqui
Paro dentro, entro e saio
Falta você aqui
Calo invento, quieto falo
Trago você aqui
Lato intenso em detalhes
Quero você aqui
Abro e vejo da janela
Fogos de artifício
Estrelas em mosaico
Vidro opaco a luzir
Vasto imenso, feito em partes
Fácil para construir
Rasgo ao meio em metades
Acho você dentro de mim
Seu brinquedo imaginário
Feito pra te distrair
Paro dentro, entro e saio
Falta você aqui
Noite inteira, fim de tarde
Meu calendário marca o infinito
Em trincheiras que escavo
Acho você dentro de mim
Assim como o sal feito no mar
Azul como o céu e a imensidão
Que enche o pulmão de pleno ar
Achei seu lugar meu.
(Samuel Rosa / Nando Reis)
Marcadores:
Nando Reis,
Samuel Rosa,
Skank
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Renascença
Quis sim mergulhar
Mil vezes nesse mar
Fui te procurar
A rua inteira
Mil gols outros mais
Fiz assim como um milagre
Luz do seu olhar
E vela acesa
Servi em humildade
Mil e uma utilidades
Corpo de escravo
Pé da mesa
Supri necessidades
Sumi desnecessário
Sujo e covarde
Seu brinquedo
Ri seu tenso lábio
Ri assim com medo
frágil
Tudo é verdade
Pra vista alheia
Vida eternidade
Fim mortalidade
Sonho acordado
Renascença
Mas isso acabou
Vou te matar
De amor
(Samuel Rosa / Nando Reis)
Mil vezes nesse mar
Fui te procurar
A rua inteira
Mil gols outros mais
Fiz assim como um milagre
Luz do seu olhar
E vela acesa
Servi em humildade
Mil e uma utilidades
Corpo de escravo
Pé da mesa
Supri necessidades
Sumi desnecessário
Sujo e covarde
Seu brinquedo
Ri seu tenso lábio
Ri assim com medo
frágil
Tudo é verdade
Pra vista alheia
Vida eternidade
Fim mortalidade
Sonho acordado
Renascença
Mas isso acabou
Vou te matar
De amor
(Samuel Rosa / Nando Reis)
Marcadores:
Nando Reis,
Samuel Rosa,
Skank
Assim Sem Fim
Não finja um beijo que
Já não é mais seu
Nem diga que esse chão
Da casa, não é mais meu
Se tem algo a dizer
Que devolva em goles sãos
Qual é o tempo dessa solidão?
Aonde é o centro desse furacão?
Vestida de brisa assim
Sob meus olhos de Zeus
Que te acompanham então
Na casa, que adormeceu
Nem tem tanto a dizer
Mas trago ouvidos e pão
Na velocidade de amores vãos
Aonde termina nossa solidão
Se prepare para o que for
No raso do coração
O que ainda é meu
Não me devolva não
Sorte assim sem fim
Porque ninguém percebeu
As marcas de dentes
Aonde você mordeu
Me tem tanto a dizer
Que o tempo eu conto assim
Pra gente comer sentados no chão
Aonde termina esse furacão.
(Samuel Rosa / César Maurício)
Já não é mais seu
Nem diga que esse chão
Da casa, não é mais meu
Se tem algo a dizer
Que devolva em goles sãos
Qual é o tempo dessa solidão?
Aonde é o centro desse furacão?
Vestida de brisa assim
Sob meus olhos de Zeus
Que te acompanham então
Na casa, que adormeceu
Nem tem tanto a dizer
Mas trago ouvidos e pão
Na velocidade de amores vãos
Aonde termina nossa solidão
Se prepare para o que for
No raso do coração
O que ainda é meu
Não me devolva não
Sorte assim sem fim
Porque ninguém percebeu
As marcas de dentes
Aonde você mordeu
Me tem tanto a dizer
Que o tempo eu conto assim
Pra gente comer sentados no chão
Aonde termina esse furacão.
(Samuel Rosa / César Maurício)
Marcadores:
César Maurício,
Samuel Rosa,
Skank
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Sutilmente
E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
Quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
Quando eu estiver fogo
Suavemente se encaixe
E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce
Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti.
(Samuel Rosa / Nando Reis)
Simplesmente me abrace
Quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
Quando eu estiver fogo
Suavemente se encaixe
E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce
Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti.
(Samuel Rosa / Nando Reis)
Marcadores:
Nando Reis,
Samuel Rosa,
Skank
Escravo
Eu moro no palácio
E cuido de suas flores
Não é ofício fácil
Como pensam os senhores
Eu lavo as costas dela
Com ervas aromáticas
Se ela é tão bela
Deve um pouco às minhas práticas
Já fui um tuareg
Cruzei sete desertos
A noite azul me segue
Com seus olhos bem abertos
Não tenho mais visões
Exceto quando fumo
Às vezes nos salões
Certas misturas que arrumo
Já disse o velho Dylan
You gotta serve somebody
Eu sirvo às leis do islã
Pra que o amor de Alá vigore
Só tenho confiança
Na bela soberana
A minha morte dança
Quando passa a caravana
Sou escravo dela
Isso é o que eu sei
Seu desejo é sempre minha lei
Minha sorte, meu céu e meu norte.
(Samuel Rosa / Chico Amaral)
E cuido de suas flores
Não é ofício fácil
Como pensam os senhores
Eu lavo as costas dela
Com ervas aromáticas
Se ela é tão bela
Deve um pouco às minhas práticas
Já fui um tuareg
Cruzei sete desertos
A noite azul me segue
Com seus olhos bem abertos
Não tenho mais visões
Exceto quando fumo
Às vezes nos salões
Certas misturas que arrumo
Já disse o velho Dylan
You gotta serve somebody
Eu sirvo às leis do islã
Pra que o amor de Alá vigore
Só tenho confiança
Na bela soberana
A minha morte dança
Quando passa a caravana
Sou escravo dela
Isso é o que eu sei
Seu desejo é sempre minha lei
Minha sorte, meu céu e meu norte.
(Samuel Rosa / Chico Amaral)
Marcadores:
Chico Amaral,
Samuel Rosa,
Skank
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Noites de um verão qualquer
Noites de um verão qualquer
Eu me sufoco nesse ar
O corpo venta em preto
O chão devora o espaço ocular
Noites de um verão qualquer
Deixa que ela entenda o traço
Que invente a fuga por nós dois
Que sou seus pés, eu sou também seus braços
Noites de um verão qualquer
Dentro da febre desse abraço
Satélite voltou do céu
Eu sou o resto, sou também o aço
Noites de um verão qualquer
Sob sua pele encontrei abrigo
Pra gente se devorar
Na órbita do seu umbigo
Seguem infinitos metros
Pra perto desse abraço
Eu tento respirar
Desdar o nó que aperta esse laço.
(Samuel Rosa / César Maurício)
Eu me sufoco nesse ar
O corpo venta em preto
O chão devora o espaço ocular
Noites de um verão qualquer
Deixa que ela entenda o traço
Que invente a fuga por nós dois
Que sou seus pés, eu sou também seus braços
Noites de um verão qualquer
Dentro da febre desse abraço
Satélite voltou do céu
Eu sou o resto, sou também o aço
Noites de um verão qualquer
Sob sua pele encontrei abrigo
Pra gente se devorar
Na órbita do seu umbigo
Seguem infinitos metros
Pra perto desse abraço
Eu tento respirar
Desdar o nó que aperta esse laço.
(Samuel Rosa / César Maurício)
Marcadores:
César Maurício,
Samuel Rosa,
Skank
Chão
Chão que desliza
Noite de ilusões à deriva
Groove, hey negrita
Teu prazer me cai na saliva
Céu que convida
Onde o som bater eu me encaixo
Groove na medida
Eu te espero em cima ou embaixo
Dentro da noite do mundo
Vamos brindar à solidão
E acordar nas tábuas desse chão
Não, não vacila
Vem aqui mostrar sua arte
Groove na medida
Teu prazer é o meu estandarte
Dentro da noite do mundo
Vamos brindar à solidão
E acordar nas tábuas desse chão.
(Samuel Rosa / Chico Amaral)
Noite de ilusões à deriva
Groove, hey negrita
Teu prazer me cai na saliva
Céu que convida
Onde o som bater eu me encaixo
Groove na medida
Eu te espero em cima ou embaixo
Dentro da noite do mundo
Vamos brindar à solidão
E acordar nas tábuas desse chão
Não, não vacila
Vem aqui mostrar sua arte
Groove na medida
Teu prazer é o meu estandarte
Dentro da noite do mundo
Vamos brindar à solidão
E acordar nas tábuas desse chão.
(Samuel Rosa / Chico Amaral)
Marcadores:
Chico Amaral,
Samuel Rosa,
Skank
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Ainda gosto dela
Hoje acordei sem lembrar
Se vivi ou se sonhei
Você aqui nesse lugar
Que eu ainda não deixei
Vou ficar?
Quanto tempo vou esperar?
E eu não sei o que vou fazer, não
Nem precisei revelar
Sua foto não tirei
Como tirei pra dançar
Alguém que avistei
Tempo atrás
Esse tempo está lá trás
E eu não tenho mais o que fazer, não
Eu ainda gosto dela
Mas, ela já não gosta tanto assim
A porta ainda está aberta
Mas da janela já não entra luz
E eu ainda penso nela
Mas, ela já não pensa mais em mim, em mim, não
Ainda vejo o luar
Refletido na areia
Aqui na frente desse mar
Sua boca eu beijei
Quis ficar
Só com ela eu quis ficar
E agora ela me deixou.
(Samuel Rosa / Nando Reis)
Se vivi ou se sonhei
Você aqui nesse lugar
Que eu ainda não deixei
Vou ficar?
Quanto tempo vou esperar?
E eu não sei o que vou fazer, não
Nem precisei revelar
Sua foto não tirei
Como tirei pra dançar
Alguém que avistei
Tempo atrás
Esse tempo está lá trás
E eu não tenho mais o que fazer, não
Eu ainda gosto dela
Mas, ela já não gosta tanto assim
A porta ainda está aberta
Mas da janela já não entra luz
E eu ainda penso nela
Mas, ela já não pensa mais em mim, em mim, não
Ainda vejo o luar
Refletido na areia
Aqui na frente desse mar
Sua boca eu beijei
Quis ficar
Só com ela eu quis ficar
E agora ela me deixou.
(Samuel Rosa / Nando Reis)
Marcadores:
Nando Reis,
Samuel Rosa,
Skank
Pára-Raio
Passa o tempo, lento ensaio
Espero você aqui
Paro dentro, entro e saio
Falta você aqui
Calo invento, quieto falo
Trago você aqui
Lato intenso em detalhes
Quero você aqui
Abro e vejo da janela
Fogos de artifício
Estrelas em mosaico
Vidro opaco a luzir
Vasto imenso, feito em partes
Fácil para construir
Rasgo ao meio em metades
Acho você dentro de mim
Seu brinquedo imaginário
Feito pra te distrair
Paro dentro, entro e saio
Falta você aqui
Noite inteira, fim de tarde
Meu calendário marca o infinito
Em trincheiras que escavo
Acho você dentro de mim
Assim como o sal feito no mar
Azul como o céu e a imensidão
Que enche o pulmão de pleno ar
Achei seu lugar meu.
(Samuel Rosa / Nando Reis)
Espero você aqui
Paro dentro, entro e saio
Falta você aqui
Calo invento, quieto falo
Trago você aqui
Lato intenso em detalhes
Quero você aqui
Abro e vejo da janela
Fogos de artifício
Estrelas em mosaico
Vidro opaco a luzir
Vasto imenso, feito em partes
Fácil para construir
Rasgo ao meio em metades
Acho você dentro de mim
Seu brinquedo imaginário
Feito pra te distrair
Paro dentro, entro e saio
Falta você aqui
Noite inteira, fim de tarde
Meu calendário marca o infinito
Em trincheiras que escavo
Acho você dentro de mim
Assim como o sal feito no mar
Azul como o céu e a imensidão
Que enche o pulmão de pleno ar
Achei seu lugar meu.
(Samuel Rosa / Nando Reis)
Marcadores:
Nando Reis,
Samuel Rosa,
Skank
Assinar:
Postagens (Atom)
